Pirataria pesou para tirar LAN de “StarCraft II”

A produtora Blizzard comunicou que “StarCraft II” não teria suporte para multiplayer em LAN, o que deixou muita gente chateada com a decisão, já que é uma das principais diversões de quem joga games do tipo localmente, com amigos interligados em uma rede interna de PCs. Agora a empresa justifica a decisão em um comunicado oficial.
“Não temos planos de dar suporte ao modo LAN em ‘StarCraft II’, pois estamos tentando construir uma nova Battle.net que será o local ideal para aqueles que buscam o multiplayer no jogo e outros títulos da Blizzard Entertainment”, afirmou.
“Esta foi uma decisão difícil para todos nós, mas decidimos seguir neste caminho e direcionar os jogadores para a nossa Battle.net retrabalhada, que será a melhor opção para um multiplayer de qualidade e uma arma contra a pirataria”, completa.
Anunciado para 2009, mas ainda sem data para lançamento, “StarCraft II” será dividido em três produtos distintos: a primeira campanha, “Terrans: Wings of Liberty”, contará com a trama principal dos terráqueos e uma minimissão dos Protoss; a segunda, “Zerg: Heart of the Swarm”, terá elementos de RPG; a última, “Protoss: Legacy of the Void”, contará com elementos de diplomacia na mecânica de jogo.
No entanto, ter um dos volumes já permite o modo multiplayer com qualquer uma das espécies da série, e à medida que os novos capítulos saírem, melhorias e unidades novas também serão oferecidas.
Em nota relacionada, Pardo disse ao site Eurogamer que o game atrasou em pelo menos um ano, pois o time de design teve que ajudar no RPG online “World of Warcraft”. O desenvolvimento de “StarCraft II” começou em 2003 e um protótipo jogável já estava pronto em 2005. Mas, a partir daí, o desenvolvimento ficou devagar, por falta de funcionários.


Rumores afirmam que a Sony está trabalhando em um concorrente para o Iphone da Apple. Será?O futuro dos games está nos celulares: Essa teoria é defendida por John Carmack, conhecido como o guru dos videogames e o pai de Doom. Segundo profetizou em uma entrevista na CNN Money – na coluna “Game Over” de Chris Morris – no futuro os jogos eletrônicos migrarão, em sua maioria, para os celulares. Ele afirma que para o mercado atual é muito arriscado gastar, por exemplo, 20 milhões de dólares na criação de uma nova série de games e as seqüências como Quake 4 e Doom 3 ficarão bastante repetitivas e desestimularão os gamers. Carmack também acredita que, com a grande possibilidade de interação online nos games, os hackers facilmente encontrarão possibilidades em inserir vírus nos consoles, o que será uma catástrofe.






A produtora Zen Studios (Budapeste, Hungria) revelou que vai lançar 










